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KURUPÍ, ÚLTIMO BICHO PILINGÜE Y VELVET-MAKÁ-URBANIZADO KE HALA Y FALA EN ESTE BLOG SU SECRECIÓN LINGUÍSTIKA, ESE PORO'UNHOL (PORTUGUÉS 10 % ESPAÑOL 70 %; GUARANÍ PIKANTE 20 %) SERÍA EN EL FONDO DEFINIBLE COMO UN SAN CULOTTISMO POÉTIKO, GRITO A CALZÓN KITADO, PENE ERECTISMO FULL TIME, UNA FALANGE ANARKO-PARA-MILITAR DE LA LETRA, UNA ALUCINAZIONE PARANOKIA-KRÍTIKA DEL DAS KAPITAL YANKEE, Y SU MAYO DEL 68 UN TSUNAMI-YIYISMO SIN BOMBACHA PRA XUXU, UN BAILE DE SAN VITO TEVINANDÍ PAGUASU!!!

jueves, enero 27, 2011

el rey-hechicero mandinga

Sumaoro Kante






As tradicoes orais mandenka (mandingo) relatam as facanhas de guerra de
Sumaoro Kante, cujo reinado se situa entre 1200 e 123520. Segundo essas fontes,
depois de submeter as provincias soninke, Sumaoro Kante atacou o Manden,
cujos reis lhe opuseram obstinada resistencia; Sumaoro teria “quebrado” (saqueado)
nove vezes o Manden; a cada vez, porem, os Maninka recompuseram suas
forcas e revidaram o ataque21. Apos a morte do rei Nare Fa Maghan, seu filho
mais velho, o mansa Dankaran Tuman, entendeu ser mais prudente compor-
se
com Sumaoro Kante. Para melhor marcar sua submissao, deu 
lhe em casamento
a irma, a princesa Nana Triban; a autoridade do rei de Sosoe estendia 
se a todas
as provincias outrora sob o dominio de Gana, com excecao do Manden.
As tradicoes orais enfatizam a crueldade de Sumaoro Kante: ele fez reinar o
terror no Manden a tal ponto que “os homens ja nao se atreviam sequer a conversar,
de medo que o vento levasse suas palavras ao rei”. Sumaoro Kante atemorizava os
povos tanto pela forca militar quanto pelo poder magico; com efeito, era temido
como grande mago ou feiticeiro. Chamavam no
de Rei Feiticeiro22.
A ele se atribui
tambem a invencao do balafo e do dan, violao tetracordio usado pelo griot dos
cacadores. Mas e outro aspecto de Sumaoro Kante, inteiramente distinto deste, que
nos revelam as pesquisas realizadas entre os ferreiros kante: ao que parece, ele teria
tentado suprimir o trafico de escravos, exercido pelos Soninke com a conivencia
dos Maninka. O que ha de comum porem, em todos os relatos, e que Sumaoro
Kante foi feroz adversario do Isla – teria vencido e matado nove reis. Os excessos
do Rei Feiticeiro
levaram os habitantes do Manden a se revoltarem uma vez mais.
Estes tentaram persuadir o mansa Dankaran Tuman a comanda 
los; contudo,
temendo as represalias de Sumaoro Kante, o rei do Manden fugiu para o sul e la
fundou, em plena floresta, Kissidugu, a “cidade da salvacao”. No vazio de poder que
resultou da desercao do mansa, os insurretos recorreram a Sundiata Keita, segundo
filho de Nare Fa Maghan, que entao vivia exilado em Nema23.
























Uma tradicao recolhida pelos pesquisadores da Fundacao SCOA,
que a ouviram de Wa Kamissoko, griot de Kirina, afirma que a intencao inicial de Sumaoro Kante era
unicamente expulsar do pais os mercadores soninke, que alimentavam o trafico de escravos. Os Maninka
repeliram, porem, os propositos do rei de Sosoe.
Constata 
se que e possivel ainda recolher boas informacoes sobre esse periodo mediante o estudo das
sociedades secretas, das confrarias de cacadores, que conservam as tradicoes nao 
oficiais como as dos
descendentes de griots que serviam os principes do Mali.
Obs.: A palavra francesa griot e usada aqui para referir o menestrel da tradicao africana (dieli, em
bambara), embora nao seja muito precisa, sob certos aspectos. Sobre as funcoes do dieli/griot, ver o
capitulo 8, de autoria de A. Hampate Ba, no volume I, especialmente p. 202 
8.

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