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KURUPÍ, ÚLTIMO BICHO PILINGÜE Y VELVET-MAKÁ-URBANIZADO KE HALA Y FALA EN ESTE BLOG SU SECRECIÓN LINGUÍSTIKA, ESE PORO'UNHOL (PORTUGUÉS 10 % ESPAÑOL 70 %; GUARANÍ PIKANTE 20 %) SERÍA EN EL FONDO DEFINIBLE COMO UN SAN CULOTTISMO POÉTIKO, GRITO A CALZÓN KITADO, PENE ERECTISMO FULL TIME, UNA FALANGE ANARKO-PARA-MILITAR DE LA LETRA, UNA ALUCINAZIONE PARANOKIA-KRÍTIKA DEL DAS KAPITAL YANKEE, Y SU MAYO DEL 68 UN TSUNAMI-YIYISMO SIN BOMBACHA PRA XUXU, UN BAILE DE SAN VITO TEVINANDÍ PAGUASU!!!

jueves, junio 03, 2010

Humbolt intervista a Kanese

E justo num país como o Paraguai, não há abundância de livros nas livrarias, diria que se publica muito pouco. Que posição a literatura ocupa hoje no Paraguai? É como todo o país: zero. O Paraguai não lê. Absolutamente nada. Eu posso dizer que sou um dos poucos poetas que se tornaram famosos, porque um livro meu, Paloma blanca, paloma negra, foi proibido na época de Stroessner, em 1982, e deportaram Roa Bastos ndayekô por minha culpa. Todo mundo conhece essa anedota. Mas ninguém me pediu para editar esse livro. Ninguém se anima, porque ele não vai vender. Não é negócio. aká la interviu a full:

http://www.goethe.de/wis/bib/prj/hmb/the/kul/pt6075353.htm

Timo Berger (1974) estudou Literatura Geral e Comparada, Literatura Alemã Contemporânea e Latinoamericanística. Vive em Berlim, onde trabalha como publicista e tradutor. É fundador de Latinale, o Festival Itinerante de Poesia Latino-Americana, assim como de PapperLaPapp, a primeira editora que trabalha com livros de papelão reciclado na Alemanha. Tradução do espanhol: Maria José de Almeida Müller Copyright: Goethe-Institut e. V., Humboldt Redaktion Maio 2010

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