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KURUPÍ, ÚLTIMO BICHO PILINGÜE Y VELVET-MAKÁ-URBANIZADO KE HALA Y FALA EN ESTE BLOG SU SECRECIÓN LINGUÍSTIKA, ESE PORO'UNHOL (PORTUGUÉS 10 % ESPAÑOL 70 %; GUARANÍ PIKANTE 20 %) SERÍA EN EL FONDO DEFINIBLE COMO UN SAN CULOTTISMO POÉTIKO, GRITO A CALZÓN KITADO, PENE ERECTISMO FULL TIME, UNA FALANGE ANARKO-PARA-MILITAR DE LA LETRA, UNA ALUCINAZIONE PARANOKIA-KRÍTIKA DEL DAS KAPITAL YANKEE, Y SU MAYO DEL 68 UN TSUNAMI-YIYISMO SIN BOMBACHA PRA XUXU, UN BAILE DE SAN VITO TEVINANDÍ PAGUASU!!!

viernes, noviembre 23, 2007

Ulrike

O "excepcional" e o normal Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Gudrun Ensslin e Andreas Baader cometeram simultaneamente suicídio na prisão, em 1977
Há mais de 15 anos, Gerhard Richter fez um ciclo de pinturas intitulado 18 de outubro de 1977, no qual mostra imagens patéticas da vida dos terroristas: um retrato de juventude de Ulrike Meinhof, uma imagem dos mortos, a prisão de Holger Meins, três imagens de Gudrun Ensslin, a cela de Andreas Baader em Stammheim, a imagem de seu toca-disco, o enterro, tudo pintado com base em fotos dos arquivos policiais. Quando um entrevistador perguntou a Richter se ele também teria cogitado "pintar as vítimas dos terroristas, como por exemplo o empresário Hanns-Martin Schleyer", ele respondeu: "Não, nunca. Este é um crime normal, uma tragédia normal que acontece todos os dias. O que eu escolhi para pintar foi uma tragédia excepcional".

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